Cannabis, Cânhamo
e Maconha
Define-se
cannabis sativa como a proibida, pois possui o psicoativo
9deltatetrahidrocanabinolC, com teor de 10% a 30%. É a popular maconha ou
marijuana. É uma planta herbácea da família das Canabiáceas (Cannabaceae)
Define-se
a cannabis ruderallis, como o cânhamo industrial possui apenas 0,3% de
psicoativo, que é insuficiente para produzir efeitos psicotrópicos.
Cânhamo e maconha são plantas
da mesma espécie, a cannabis sativa.
Cânhamo é uma planta de
cannabis, cultivada para obter sementes, fibras e caule. Suas sementes são
utilizadas na produção de alimentos, medicamentos, suplementos nutricionais,
cosméticos, medicamentos, etc. O caule do cânhamo é utilizado para produzir
tecidos, papel, cordas, compostos plásticos e materiais de construção.
A planta possui machos e fêmeas, sendo plantadas
lado a lado para facilitar a polinização, atingindo de 2 a 4 metros de altura.
Para uma planta cannabis ser considerada cânhamo,
deve atingir no máximo 0,3% de tetrahidrocanabinol – THC, que é o princípio
psicoativo.
Maconha é a cannabis sativa cultivada, em razão de
suas propriedades psicotrópicas. Embora seu caule também seja utilizado, a
maior concentração de tretrahidrocanabinol está nas folhas e nas flores, da
planta fêmea. A planta macho não contém.
Na
Itália existe uma versão light da erma mais polemica do planeta, que é a
maconha, onde a flor de cânhamo é muito comercializada. O cânhamo, do gênero
cannabis é uma planta prima da maconha.
Desde
o ano de 2006 a venda de maconha medicinal é praticada na Itália, sendo que a
partir de 2016, o legislador italiano liberou a produção de cânhamo, o qual
possui o princípio psicoativo não chega a 0,3% de THC – Tetrahidrocanabinol.
Estudos
demonstram que o THC da maconha tradicional varia entre 10% e 30%, o que
depende do solo e do processamento.
Com
a liberação do cânhamo industrial, as flores também são comercializadas nas
floriculturas italianas com sucesso, conhecidas pelos nomes de “K8”, “Chill
Haus”, “Cannabismile White Pablo” e “Marley CBD”.
Na
década de 1940, a União Soviética liderou a produção mundial de maconha
industrial, seguida pela Itália e outros países, como a China.
Posteriormente,
por ser a erva associada ao crime, perdeu a popularidade.
Pelo
lado financeiro Estatal, a legalização da maconha recreacional em determinados
Estados americanos está impactando o mundo, vez que cria empregos, reduz
criminalidade e coíbe o contrabando.
Além
disso, garante-se maconha de qualidade para quem gosta, gera renda para o
Estado, pois o usuário usa de um jeito ou de outro.
No
Brasil, a cannabis sativa L é proibida. Ela tem alto teor de
tetrahidrocanabinol.
Mas
já temos empresa cultivando e comercializando a maconha industrial, que possui
baixo teor do princípio ativo proibido.

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